Gazeta do Iguaçu online

GAZETINHA PODE CHAMAR ASSIM QUE A GENTE GOSTA
Publicado: 17/02/2012 | 16:15

Convite para uma festa imperdível

Por Redação

ANO XIV, Mensagem 708

Seu espaço para ler, refletir, aprender, repassar, e colaborar.

Ah, mas isso deve dar um Carnaval e tanto, se é imperdível e, como falaram, haverá gente de todas as raças, de um grande número de religiões, gente de todas as classes, gente sem escolaridade, junto com gente Msc (Mister Science). Espera aí, mas quem está organizando essa festa? É confiável essa propaganda? É verdadeiro esse convite?

Vamos devagar! Se você acredita que os seres vivos, entre eles, os humanos, foram criados por Deus, deve lembrar que Deus criou o homem do pó da terra e soprou nele seu espírito, passando ele a ter alma. Isso não deve explicar muito, não é? Também acredito que não.

Quando ao homem foi dada a liberdade de fazer o que sua consciência permitisse parecia que tudo estaria bem para sempre. Ocorre que entrementes apareceu um ser vivo (animal) que falava (?) com o homem. Pois é! Assim é o relato bíblico. Você não é obrigado a acreditar, mas está escrito. Vivia o homem muito bem no lugar que Deus o havia colocado, mas estava só. Não é que Deus não tivesse percebido, pois Deus é ONISCIENTE (ele sabe tudo). Deus deixou o homem algum tempo sozinho, com a vegetação e os animais. A solidão foi compensada por uma companheira feita de uma costela do homem, como relata a Bíblia. Enquanto o homem foi feito à imagem de Deus, a mulher foi feita à imagem do homem. Tiveram filhos; filhos tiveram filhos; aprontaram; brigaram; construíram uma torre para chegar ao céu; foram confundidos; passaram a falar em línguas diferentes; tiveram dificuldades para obter o seu sustento; se rebelaram; foram acolhidos; foram deportados; foram reintroduzidos em sua terra; tiveram a promessa de um salvador; não o acolheram; receberam os ensinamentos para obterem a salvação; crucificaram o seu prometido; ele ressuscitou para garantir a salvação de quem nele crer, mas na humanidade há muita gente com pensamento divergente, ainda hoje.

Hoje, em muitos países, uma vez por ano, em cerca de 4 dias, um público cada vez maior se esquece de formalidades, às vezes até do respeito consigo próprio e com o próximo, e se esbalda, bebe, pula, dança, se diverte, ainda que visto de fora seja entendido como uma ilusão, vive uma alegria além das forças naturais, apelando para drogas, estimulantes e outros itens nocivos à saúde. Neste período, um sentimento de caridade, de amor verdadeiro, de sentimento cristão? Deixa pra lá, cada um escolhe como quer viver sua vida, não é?!

Mas pense numa festa em que norte-americanos estariam confraternizando com iraquianos e afegãos; árabes, judeus, alemães, brasileiros, argentinos, gente de todas as nações, juntos numa festa de grande alegria. Será que estaremos lá? Para isso devemos nos aceitar mutuamente, assim como Cristo

nos aceitou, e cuidar de nosso corpo como sendo corpo de Cristo.

Edvino Borkenhagen

Coluna do Mensageiro – Registro 0123526, 18/08/2003, Títulos e Documentos

últimas notícias

18/05/2012