<?xml version="1.0" encoding="UTF-8"?>
<rss version="2.0"
	xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"
	xmlns:wfw="http://wellformedweb.org/CommentAPI/"
	xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/"
	xmlns:atom="http://www.w3.org/2005/Atom"
	xmlns:sy="http://purl.org/rss/1.0/modules/syndication/"
	xmlns:slash="http://purl.org/rss/1.0/modules/slash/"
	>

<channel>
	<title>Gazeta Iguaçu</title>
	<atom:link href="http://www.gazeta.inf.br/feed/" rel="self" type="application/rss+xml" />
	<link>http://www.gazeta.inf.br</link>
	<description>Mas pode chamar de gazetinha</description>
	<lastBuildDate>Mon, 21 May 2012 19:21:10 +0000</lastBuildDate>
	<language>en</language>
	<sy:updatePeriod>hourly</sy:updatePeriod>
	<sy:updateFrequency>1</sy:updateFrequency>
	<generator>http://wordpress.org/?v=3.2.1</generator>
		<item>
		<title>Serviço disk-entrega</title>
		<link>http://www.gazeta.inf.br/2012/05/21/servico-disk-entrega/</link>
		<comments>http://www.gazeta.inf.br/2012/05/21/servico-disk-entrega/#comments</comments>
		<pubDate>Mon, 21 May 2012 19:21:10 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Redação</dc:creator>
				<category><![CDATA[Bico do Corvo]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.gazeta.inf.br/?p=11624</guid>
		<description><![CDATA[Corvo, não gosto muito de sair de casa, assim, sempre quando quero algo para comer, ligo para o serviço de disk-entrega. Porém, ‘seu’ Corvo, em muitos desses serviços a demora é tanta, que quando a comida chega em casa, já está fria, ou a vontade de comer passou. Acho esse serviço muito útil, mas em alguns casos a demora atrapalha um pouco. Importante seria que o dono estipulasse um tempo mínimo de espera. Se não cumprisse o horário, nem precisaria mais fazer a entrega. Vejo que aqui na cidade esse serviço é bem utilizado, mas há muitas pessoas reclamando. Então fica a dica para estipular...]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">Corvo, não gosto muito de sair de casa, assim, sempre quando quero algo para comer, ligo para o serviço de disk-entrega. Porém, ‘seu’ Corvo, em muitos desses serviços a demora é tanta, que quando a comida chega em casa, já está fria, ou a vontade de comer passou. Acho esse serviço muito útil, mas em alguns casos a demora atrapalha um pouco. Importante seria que o dono estipulasse um tempo mínimo de espera. Se não cumprisse o horário, nem precisaria mais fazer a entrega. Vejo que aqui na cidade esse serviço é bem utilizado, mas há muitas pessoas reclamando. Então fica a dica para estipular um tempo mínimo ao serviço oferecido!<br />
<em>Periquito.</em></p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Fogo</strong><br />
Corvo, ao lado de minha casa tem um terreno baldio. Muitas pessoas quando podam árvores, cortam grama, recolhem as folhas, jogam tudo nesse local abandonado. Pois bem, esses dias com o local cheio de folhas e galhos secos, algumas pessoas colocaram fogo para se desfazer dos galhos. Agora imagina, Corvo, o tamanho das chamas que se formaram? Pelo visto, o bom senso e respeito com o meio ambiente deixou de fazer parte da educação de muita gente.<br />
<em>Abelha.</em></p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Informação</strong><br />
Corvinho, queria pedir às pessoas um pouco de educação. Sou moradora daqui de Foz faz algumas semanas, então não conheço muitas pessoas. Sempre preciso pedir informações e pegar ônibus para chegar ao trabalho. Esses dias pedi uma informação para uma mulher que passava ao meu lado. Acredita, ave, que ela falou que não era guia turística? Nossa, me senti muito ofendida, custava apenas me indicar o local? Se eu, que sou uma recém-moradora da cidade, já fui tratada assim&#8230; Que dirá então os próprios turistas?<br />
<em>Gralha.</em></p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Doações</strong><br />
Corvinho, com o inverno chegando, aumenta ainda mais as campanhas de doação de agasalhos. Todos os anos, aqui em casa, consigo juntar sacolas e sacolas de roupas, que, com certeza, têm destino certo. Acho muito importante a população iguaçuense se mobilizar com essas campanhas, pois várias pessoas precisam de ajuda. Sabe, Corvo, as roupas e cobertas doadas não precisam estar novas, e sim em boas condições de uso. Eu estou fazendo a minha parte, e você?<br />
<em>Gaivota.</em></p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Animais abandonados</strong><br />
Corvex, fiquei sabendo que muitos cavalos estão sendo recolhidos pela Guarda Municipal. Finalmente esta ação começou. Eu mesmo, por várias vezes denunciei aqui, por meio de sua coluna, os maus-tratos a esses animais. Agora, já que o recolhimento começou, que tal o CCZ se mexer e estender o projeto a cães e gatos abandonados pelas ruas de Foz? Não são nem um, nem dois, são milhares de animais que precisam de socorro e ajuda. Vejo que ONGs desenvolvem este trabalho da maneira como podem, mas acho que com a participação dos órgãos públicos, o problema se tornaria bem mais fácil de resolver.<br />
<em>Papagaio.</em></p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Homenagem</strong><br />
Corvão, na última sexta-feira acompanhei a homenagem feita pela Câmara de Vereadores ao professor José Afonso de Oliveira. O auditório do Legislativo estava lotado, e assim como eu, vários outros alunos foram prestigiar a homenagem. O professor recebeu o título de Cidadão Honorário, em pleno dia do seu aniversário. Fala sério, hein, Corvo, que presentão! Aliás, mais que merecido este título.<br />
<em>Borboleta.</em></p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Cadeirantes</strong><br />
Corvo, reparo que em algumas calçadas o acesso para cadeirantes não existe. Muitas pessoas com deficiência física não gostam de depender de outra pessoa. Mas agora me diz, ave: Como quer que eles sejam independentes pelas ruas da cidade, sem o acesso adequado? É muita coisa é esquecida pelos órgãos responsáveis. Temos de rever essa situação, todos merecem os mesmos direitos.<br />
<em>Pardal.</em></p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Rachas</strong><br />
Caro Corvo, no último sábado li aqui na Gazetinha a queixa de um leitor. Ele relatou que a Avenida Juscelino Kubitschek está sendo usada para rachas de carros. Como cidadã iguaçuense, me sinto no dever de concordar com o leitor. Moro na mesma avenida, e os rachas estão cada vez mais frequentes. Não sei como a polícia não vê esta situação. Os atos acontecem principalmente quando o fim de semana se aproxima. No mínimo são jovens que não têm noção do perigo que correm. É, colega Corvo, algo precisa ser feito logo.<br />
<em>Coruja.</em></p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://www.gazeta.inf.br/2012/05/21/servico-disk-entrega/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Machos alfa</title>
		<link>http://www.gazeta.inf.br/2012/05/21/machos-alfa/</link>
		<comments>http://www.gazeta.inf.br/2012/05/21/machos-alfa/#comments</comments>
		<pubDate>Mon, 21 May 2012 03:43:12 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Redação</dc:creator>
				<category><![CDATA[Rogério Bonato]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.gazeta.inf.br/?p=11634</guid>
		<description><![CDATA[Os sábados têm sido emocionantes em matéria de encontros políticos. Dá-lhe da tigrada fazer reunião aqui e acolá, tentando apoio, acordos e composições eleitorais. O engraçado é ver algumas figuras do lado de fora, preocupadas, telefonando de tempos em tempos para saber o que estava acontecendo. Pior, há sempre algum traíra, ou quem vaze as informações, independentemente de segredo ou não. De outro modo, há quem invente e cause a contrainformação. Neste caso, é um perigo dar ouvido para certas pessoas. Neste sábado foi a vez de Paulo Mac convocar a banda política da cidade. Liguei para ele ontem pela manhã, com a finalidade de...]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">Os sábados têm sido emocionantes em matéria de encontros políticos. Dá-lhe da tigrada fazer reunião aqui e acolá, tentando apoio, acordos e composições eleitorais. O engraçado é ver algumas figuras do lado de fora, preocupadas, telefonando de tempos em tempos para saber o que estava acontecendo. Pior, há sempre algum traíra, ou quem vaze as informações, independentemente de segredo ou não. De outro modo, há quem invente e cause a contrainformação. Neste caso, é um perigo dar ouvido para certas pessoas.</p>
<p>Neste sábado foi a vez de Paulo Mac convocar a banda política da cidade. Liguei para ele ontem pela manhã, com a finalidade de saber alguma coisa, e gastei o telefonema. Não disse absolutamente nada, justificando que pelo fato de presidir a reunião, não prestaria informações. Chegou a falar que havia até se esquecido do local do encontro. Ô memória! Eu já pensava o contrário, ele é quem deveria falar. Bom, no lugar de falar uma porção de abobrinhas e tentar me enganar, é melhor não dizer nada mesmo. Os adversários que se cocem.</p>
<p>Mas alguém acabou falando, ou melhor, vários falaram: dez partidos participaram do encontro: PC do B, PSD, PTN, DEM, PPS, PP, PR, o PMDB, o PT e, é claro, o partido do “presidente do encontro”, o PDT. Paulo deu uma de “macho alfa”, aquele que demarca o território e diz como devem ser as coisas. Só vale se for do jeito dele (rs).</p>
<p>Pois houve uma ocasião em que o chão balançou, sobretudo quando mencionaram o nome de Fernando Giacobo. Ele estaria retirando um senhor esqueleto do guarda-roupa, ou seja, desenterrando uma indenização monstro contra o governo do Estado; algo na ordem de 260 milhões, e vejam só a novidade: Beto Richa estaria disposto a indenizar a cidade, caso Giacobo fosse o candidato.<br />
Paulo, que é chegado em receber indenizações, ficou com olhinhos de coelho brilhando. Deu de elogiar o Giacobo aos quatro ventos, “dizendo-se impressionado com a sua capacidade de articulação”. Taí mais um rojão para o Reni Pereira segurar. Se Beto quer Giacobo na disputa, logo, poderá apoiá-lo.<br />
Tenho de fonte segura que apesar de andar de mãos dadas com Reni em Foz, na semana passada, o governador ainda não está completamente seguro em matéria de apoio integral e irrestrito. Neste ponto, quase rolei de rir ouvindo o programa de rádio do Paulo Mac. O CQC perde em matéria de originalidade e cara de pau. Mas no assunto da travessia da BR-277, Paulo garante que a obra será no formato de trincheira. Paulo é chegado em “trincheira”, nem sei como ele não mora dentro de uma.</p>
<p>Mas houve outra rosnadeira na reunião de sábado: Gilmar Piolla apareceu na reunião representando o PT. É outro do tipo “macho alfa”. Mal entrou no partido e já anda sentado na janelinha, põe uma banca que só vendo, só falta vestir terno de linho e chapéu Panamá. É muita pose para quem foi à primeira ou segunda reunião política. Todos os que estavam no recinto tiveram a oportunidade de falar, e quando chegou a vez do petista, Paulo Mac ficou o tempo todo interrompendo, pedindo que Piolla fosse ligeiro em sua análise. O covil agitou-se um pouco em razão disso, fato que demonstra que o pelo dos dois, de Paulo e Piolla, ainda é um tanto felpudo.</p>
<p>E o PMDB? Quem estava por lá era o Sérgio Leonel Beltrame, e quem o escuta falando em nome do partido, acredita que ele decide mais do que o Dobrandino Gustavo da Silva. Decide nada. Dobrandino faz o que quer no PMDB, faz gato e sapato, e escutem: está tentando se viabilizar eleitoralmente. Segundo confidenciaram, ele teria uma pré-análise jurídica que lhe é muito favorável.</p>
<p style="text-align: justify;">
Para finalizar, “habemos” um novo personagem na esfera política. Anotem o nome dele: Luiz Pereira. Apesar do sobrenome, não é parente do Reni. É o homem do PTN e é muito habilidoso. Dizem que montou uma chapa de vereadores de primeira grandeza, praticamente a mais consistente que há na cidade, visando as próximas eleições. Como não o conheço e ele não me autorizou, não mencionarei os nomes. Por hoje é só. Inté.</p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://www.gazeta.inf.br/2012/05/21/machos-alfa/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Pedofilia: quase uma “neura” social</title>
		<link>http://www.gazeta.inf.br/2012/05/21/pedofilia-quase-uma-%e2%80%9cneura%e2%80%9d-social/</link>
		<comments>http://www.gazeta.inf.br/2012/05/21/pedofilia-quase-uma-%e2%80%9cneura%e2%80%9d-social/#comments</comments>
		<pubDate>Mon, 21 May 2012 03:42:29 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Redação</dc:creator>
				<category><![CDATA[OPINIÃO]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.gazeta.inf.br/?p=11620</guid>
		<description><![CDATA[ Rogério Antonio Lopes De algum tempo para cá a expressão “pedofilia” passou a fazer parte do nosso cotidiano de maneira avassaladora, não só o termo mas também denúncias de abuso sexual: de pais a padrastos, de padres a pastores e de “pobres diabos” a Strauss-Kahn. Evidente a positividade de informações que tragam a tona comportamentos reprováveis e que mereçam as malhas da lei, mas neste processo, muitas vezes, apressado e sob o calor de sentimentos que “ninguém conhece”, falta um ingrediente fundamental no fazimento da justiça: o equilíbrio e o bom senso. Parece incongruência, mas de certo modo voltamos às terríveis sombras do medievo, onde...]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;"><strong> Rogério Antonio Lopes<br />
</strong><br />
De algum tempo para cá a expressão “pedofilia” passou a fazer parte do nosso cotidiano de maneira avassaladora, não só o termo mas também denúncias de abuso sexual: de pais a padrastos, de padres a pastores e de “pobres diabos” a Strauss-Kahn.<br />
Evidente a positividade de informações que tragam a tona comportamentos reprováveis e que mereçam as malhas da lei, mas neste processo, muitas vezes, apressado e sob o calor de sentimentos que “ninguém conhece”, falta um ingrediente fundamental no fazimento da justiça: o equilíbrio e o bom senso.</p>
<p style="text-align: justify;">Parece incongruência, mas de certo modo voltamos às terríveis sombras do medievo, onde bastava um dedo apontado para que a “infeliz bruxa” fosse interrogada ante os auspícios da tortura legal, e após ser literalmente arrebentada sob o escárnio dos carrascos (sempre haverá pessoas que tem prazer nesse tipo de “serviço”) confessava que realmente era bruxa e mantinha íntima ligação com o “demo”, daí para a fogueira era só o tempo de juntar os “gravetos”.</p>
<p style="text-align: justify;">Hoje os dedos continuam os mesmos e o “processo” de tortura vai sendo praticado pela sociedade sedenta de “culpados” e pela imprensa carente de leitores sedentos de culpados, ou seja: fora os gravetos, não mudou muita coisa.<br />
O pior de tudo isso é que no afã de “condenar os culpados” acabamos com a vida dos inocentes, esse roteiro amiúde é constatado nas sentenças absolutórias.</p>
<p style="text-align: justify;">Mesmo inocente o indivíduo carrega para sempre a marca que lhe foi imposta, não com ferro em brasa, pior que isso, sai do evento com a alma para sempre deformada sendo muito difícil a recuperação.</p>
<p style="text-align: justify;">A neura social hoje chega a tal ponto, que em certos casos dá até “medo” de pegar uma criança no colo ou fazer uma brincadeira com um adolescente, isso pode ser “mal interpretado”, alguém pode “achar” que houve um “toque” indevido e desse momento em diante a fogueira já estará acesa, não faltando interessados em jogar lenha no fogo alimentado não raras vezes pela inveja ou mesmo por reles mesquinharia.<br />
O dilema de acusar indevidamente parece ser um “demônio” que jamais vai abandonar o homem, por mais que viva e evolua ele não consegue compreender que para acusar é preciso perceber que certeza nada tem a ver com verdade e esta de tão complexa não foi definida objetivamente nem pelo próprio Cristo.</p>
<p style="text-align: justify;">Julgar é preciso mas fora do eixo equilibro e bom senso, jamais nos afastaremos das fogueiras da Idade Média.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong><em>Rogério Antonio Lopes é delegado-chefe da 6ª Subdivisão Policial de Foz do Iguaçu</em></strong></p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://www.gazeta.inf.br/2012/05/21/pedofilia-quase-uma-%e2%80%9cneura%e2%80%9d-social/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Má Educação</title>
		<link>http://www.gazeta.inf.br/2012/05/20/ma-educacao/</link>
		<comments>http://www.gazeta.inf.br/2012/05/20/ma-educacao/#comments</comments>
		<pubDate>Sun, 20 May 2012 19:33:06 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Redação</dc:creator>
				<category><![CDATA[Bico do Corvo]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.gazeta.inf.br/?p=11569</guid>
		<description><![CDATA[Colega Corvo, ontem a noite passando próximo ao Terminal de Transporte Urbano de Foz, me deparei com uma cena nada agradável. Dentro de um determinado ônibus havia um grupo de estudantes, e neste exato momento dois idosos tentavam atravessar a rua. Nesta hora, os estudantes começaram a xingar os idosos de forma bastante baixa, causando constrangimento à eles. Não entendo qual a educação que essas crianças têm em casa! Qual a dificuldade em respeitar os mais velhos? Realmente, a cena foi de preocupar, pois se os jovens de hoje agem assim, como será os adultos de amanhã? Libélula Faixa de pedestre Corvo, é só andar...]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">Colega Corvo, ontem a noite passando próximo ao Terminal de Transporte Urbano de Foz, me deparei com uma cena nada agradável. Dentro de um determinado ônibus havia um grupo de estudantes, e neste exato momento dois idosos tentavam atravessar a rua. Nesta hora, os estudantes começaram a xingar os idosos de forma bastante baixa, causando constrangimento à eles. Não entendo qual a educação que essas crianças têm em casa! Qual a dificuldade em respeitar os mais velhos? Realmente, a cena foi de preocupar, pois se os jovens de hoje agem assim, como será os adultos de amanhã?<br />
<em>Libélula</em></p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Faixa de pedestre</strong><br />
Corvo, é só andar pelas ruas da cidade, que dá pra perceber que alguns lugares não tem faixa de pedestre. Isso quer dizer que temos que imaginar a faixa? Pois bem seu Corvo, o que eu fico mais indignada, é que em algumas principais avenidas não tem a ‘imaginária’ faixa. Olha se os motoristas respeitassem mesmo sem a faixa até ajudaria um pouco. Mas, educação e bom senso, não são características do transito iguaçuense. Portanto, meu caro Corvo, o que nos resta é cobrar das autoridades que algo seja feito. De nada adianta uma rua ‘lisinha’ sem sinalização.<br />
<em>Gaivota</em></p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Rodoviária</strong><br />
Corvinho, esses dias fui até a rodoviária receber minha mãe. Nossa nunca mais tinha ido até lá, pois quando a pessoa compra um carro, nunca mais quer saber de pegar ônibus. Então ave, o que reparei é que a rodoviária está ‘acabadinha’, está na hora de receber umas reformas. Com tantos investimentos pela cidade, custa dar uma cara nova para a rodoviária? Muitas pessoas passam por lá, várias vezes ao dia e acredito que uma melhorada no visual, deixaria o lugar muito mais atrativo. Se um turista chega à rodoviária e vê as condições em que ela se encontra, imagina o que ele vai pensar do resto da cidade?<br />
<em>Coruja</em></p>
<p style="text-align: justify;"><strong>São Miguel</strong><br />
É Corvo, aqui em São Miguel do Iguaçu, a Campanha do Agasalho 2012 já começou. Todos os anos um grande número de agasalhos, casacos, roupas de cama e cobertas são arrecadados. Sempre ajudei, não só no inverno como no verão, quando não estou mais utilizando uma peça de roupa ou outra coisa, levo até os pontos de coleta. Há várias pessoas carentes pela cidade, e sem dúvida campanhas como estas fazem toda a diferença. Importante que a população colabore nessa campanha, pois tem muitas pessoas que necessitam dessas coisas.<br />
<em>Pica – Pau</em></p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Semáforos</strong><br />
Corvo, em frente á semáforos, onde a movimentação é grande, vejo várias pessoas que mostram seu talento, enquanto o sinal está fechado. Uma área que é bem movimentada é perto do Shopping JL. Neste ponto é comum ver pessoas fazendo malabarismo. Uma forma que essas pessoas acharam para ganhar dinheiro. Acho que muitas dessas pessoas têm um grande talento, e que esse talento precisa ser mais explorado. Sabe Corvo, talvez uma opção, fosse construir um espaço cultural voltado para essas atividades de rua. Talvez, com isso, muitos deles se tornariam ‘malabaristas’ da arte, oferecendo para Foz uma opção a mais de lazer e cultura.<br />
<em>Bicudo</em></p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Folhas nas calçadas</strong><br />
Corvinho, já estamos no outono e as folhas das árvores começam a cair. Andando pela calçada, da para ver a quantidade de folhas espalhadas por todo o canto, e a sujeira sobra para os garis limparem. Porém ave, se as pessoas varressem as folhas das calçadas em frente as suas casas e comércios, já facilitariam muito para os garis. Assim, eles poderiam adiantar outras funções, que por sinal não são poucas. Sempre de manhazinha, antes de sair para o trabalho dou uma varrida na calçada. Acredito que se todas as pessoas fizessem esse mesmo ato, já ajudaríamos um pouco o trabalho dos garis.<br />
<em>Águia</em></p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Operação conjunta</strong><br />
Corvão, bom saber que a Polícia Federal, Receita Federal e a Polícia Rodoviária, estão trabalhando em conjunto na operação do combate do tráfico de drogas e contrabando. Como Foz é uma cidade de tríplice fronteira, é comum ver essas apreensões. Mas os policiais estão se mobilizando para dar um basta nessa situação. Uma operação padrão acontecerá no dia 23 de maio, “Dia Nacional de Mobilização em Defesa das Fronteiras do Brasil”. É ave, é bom saber que estamos prontos para combater esses crimes. Sem dúvida a mobilização deixará os iguaçuenses bem mais aliviados.<br />
<em>Gavião</em></p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Fiscalização</strong><br />
Corvo, porque as pessoas insistem em colocar as crianças sentadas no banco da frente? Até parece que não sabem o perigo que pode causar. É ave, já me deparei com esse fato várias vezes. Um dia encontrei um bebê na cadeirinha, só que estava no banco da frente, o que adianta a cadeirinha então? O que será que essas pessoas pensam quando coloca em risco a vida da criança. Além disso, não tem ninguém vendo o que acontece pelas ruas da cidade. Cadê a fiscalização?<br />
<em>Pomba Preta</em></p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://www.gazeta.inf.br/2012/05/20/ma-educacao/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Chacota com a cara dos outros</title>
		<link>http://www.gazeta.inf.br/2012/05/19/chacota-com-a-cara-dos-outros/</link>
		<comments>http://www.gazeta.inf.br/2012/05/19/chacota-com-a-cara-dos-outros/#comments</comments>
		<pubDate>Sat, 19 May 2012 03:00:16 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Redação</dc:creator>
				<category><![CDATA[Rogério Bonato]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.gazeta.inf.br/?p=11577</guid>
		<description><![CDATA[Apesar do lindo céu de brigadeiro, muita gente ficou com medo que despencasse uma tempestade em Foz do Iguaçu. É que o governador Beto Richa anunciou uma solução para os cidadãos conseguirem transpor a BR-277 mais confortavelmente. Isso mesmo, ele disse que o Estado resolverá o problema. A verdade é que a concessionária responsável pelo trecho não entregou três viadutos, dos quatro previstos no contrato, segundo informaram. Um ficaria na entrada da cidade, outro no trevo do CTG Charrua e por fim, uma estrutura deveria ser construída no cruzamento entre a BR e a Avenida Paraná, justamente no ponto mais complicado de travessia. Germano Lauck,...]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">Apesar do lindo céu de brigadeiro, muita gente ficou com medo que despencasse uma tempestade em Foz do Iguaçu. É que o governador Beto Richa anunciou uma solução para os cidadãos conseguirem transpor a BR-277 mais confortavelmente. Isso mesmo, ele disse que o Estado resolverá o problema. A verdade é que a concessionária responsável pelo trecho não entregou três viadutos, dos quatro previstos no contrato, segundo informaram. Um ficaria na entrada da cidade, outro no trevo do CTG Charrua e por fim, uma estrutura deveria ser construída no cruzamento entre a BR e a Avenida Paraná, justamente no ponto mais complicado de travessia.</p>
<p style="text-align: justify;">Germano Lauck, onde estiver, deve esboçar satisfação com o empréstimo de seu nome ao Hospital Municipal. Segundo as informações oficiais, o grau de contentamento dos usuários e pacientes beira os 100%, aqui entre nós, algo muito difícil de acontecer em hospitais públicos. Além de bater recorde de atendimento, o povo elogia a estrutura. É o segundo hospital batizado com nome de religioso na cidade, o primeiro foi a Santa Casa Monsenhor Guilherme, um local que infelizmente, muita gente não gosta nem de lembrar. Vai ver padre Germano conversa melhor com o homem, lá em cima.<br />
Eu tenho saudade de alguns caras. Sempre lembro muito do Dudu Constantinópolos, do Toninho Cirillo e sempre, quase todos os dias, do padre Germano. É que sempre trocávamos telefonemas, falávamos sobre um pouco de tudo, além de ele ser um grande conselheiro, uma pessoa que sabia transmitir a paz e aquietar um pouco o coração da gente, quando ele andava um tanto inquieto. Saber que um empreendimento com seu nome vai bem, é sempre uma forma de lembrá-lo.</p>
<p style="text-align: justify;">Olha, sem demérito ao monsenhor Guilherme, apesar de muitos da nossa geração não conhecê-lo, dizem que foi um grande batalhador pelo bem estar dos cidadãos. Mas assim foi a Santa Casa durante décadas, mais de 60 anos, em verdade. É uma pena que a cidade não tenha assimilado a sua importância. Caso ainda existisse e em conformidade com o padrão dos hospitais que prestam relevantes serviços, teríamos duas ótimas estruturas à serviço da comunidade.<br />
E apesar dos estragos causados pela alta do dólar, algo que mexeu com o setor de compras e turismo, os servidores federais ameaçam uma nova operação-padrão e com isto, prometem “fechar” a fronteira. O ato deve acontecer na quarta-feira, dia 23. Durma-se com mais essa.<br />
Se bem que operação padrão complica, mas não fecha coisa nenhuma. Deixa tudo na lentidão e situação assim, em cidade turística, é de matar. É quando eles resolvem trabalhar e revistar todos os veículos que atravessam a fronteira. Há filas imensas, nervosismo, reclamações, mas os servidores estão “trabalhando” e ninguém pode dizer absolutamente nada.</p>
<p style="text-align: justify;">O rapaz que brincava de Fake, ou de criar perfis falsos em Foz do Iguaçu se apresentou ontem ao delegado. Claro, depois de quase um mês, ele teve tempo suficiente para estudar bem as respostas e arranjar desculpas. A coisa está feia na rede. Tem gente sendo processada por muito pouco, em verdade, até por frases pela metade. Mas a brincadeira do moço iguaçuense pode acabar mal. Além do rastreamento, necessário até encontrá-lo, há um farto material para ser estudado pelos policiais. Além da falsidade ideológica, crimes contra a honra também teriam sido cometidos.<br />
Isso é complicado. Pessoas que não conseguem se notabilizar pela qualidade daquilo que escrevem, ou pela inteligência, precisam encontrar desses artifícios? Mas é só assim que conseguem. Pior, escondendo a cara, ou fazendo chacota dos outros.</p>
<p style="text-align: justify;">Mudanças no Clube Hípico de Foz do Iguaçu! Derlis Cabral é o novo presidente. E a chapa que assumiu o clube é fortíssima, sobretudo por contar com Maeli Valiatti na vice e o coronel Ivan na tesouraria. Escreverei mais na semana que vem.  </p>
<p style="text-align: justify;">O caso “Doutorzinho”, que foi notícia nacional, continua rendendo. Dentre as novas, fiquei sabendo que o advogado iguaçuense Oswaldo Loureiro é que foi escolhido a dedo e contratado para defender o Evangevaldo Castanheira dos Santos. Diga-se, Loureiro foi contratado a peso de ouro. Ontem ainda estava em Curitiba atuando para seu novo cliente. Pois é assim que dizem: para grandes casos, o negócio é contratar grandes advogados. </p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://www.gazeta.inf.br/2012/05/19/chacota-com-a-cara-dos-outros/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Anônimo</title>
		<link>http://www.gazeta.inf.br/2012/05/19/anonimo-2/</link>
		<comments>http://www.gazeta.inf.br/2012/05/19/anonimo-2/#comments</comments>
		<pubDate>Sat, 19 May 2012 02:59:47 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Redação</dc:creator>
				<category><![CDATA[Espaço G]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.gazeta.inf.br/?p=11549</guid>
		<description><![CDATA[Por: Gabriela Keller Desmanchou os nós dos cabelos fracos e mal pintados antes de perder seu corpo branco entre os lençóis quase transparentes. A insônia desenhou olhos vagos no rosto envelhecido e, apesar de não conseguir dormir, permanecia a noite toda imersa na escuridão. Estática. - No escuro, eu sinto como se estivesse de ponta cabeça. Nas noites em que podia dormir, jogava para longe o travesseiro. Culpava-o pelos sonhos incômodos. As manhãs se repetiam incansavelmente. O chiado da televisão do vizinho. O rádio que nunca funcionava e que ela, ainda assim, tentava ligar sempre da mesma maneira. A borda quebrada da caneca apertada contra...]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;"><strong><em>Por: Gabriela Keller</em></strong></p>
<p style="text-align: justify;">Desmanchou os nós dos cabelos fracos e mal pintados antes de perder seu corpo branco entre os lençóis quase transparentes. A insônia desenhou olhos vagos no rosto envelhecido e, apesar de não conseguir dormir, permanecia a noite toda imersa na escuridão. Estática.<br />
- No escuro, eu sinto como se estivesse de ponta cabeça.<br />
Nas noites em que podia dormir, jogava para longe o travesseiro. Culpava-o pelos sonhos incômodos. As manhãs se repetiam incansavelmente. O chiado da televisão do vizinho. O rádio que nunca funcionava e que ela, ainda assim, tentava ligar sempre da mesma maneira. A borda quebrada da caneca apertada contra os lábios. O bloquinho de anotações vazio.<br />
- Às vezes, a noite entra pelos meus ouvidos e pressiona minha cabeça por dentro e, de manhã, não consigo me levantar.<br />
Invariavelmente adiava pensamentos fixando o olhar distraído em qualquer objeto irrelevante, nele mantendo a atenção até que fosse necessário recompor sua própria presença. O elevador do prédio servia-lhe para observar os vizinhos, com os quais jamais conversava. Os poucos movimentos que faziam na passagem para outros andares eram úteis como uma introdução à história que eles não contaram a ela.<br />
Anotava. Nunca o que diretamente via, mas o que supunha existir subjacente àqueles gestos. Havia o vizinho que, para ela, precisava ter menos tempo livre para que pudesse parar de pensar tanto em si mesmo. Havia o que provavelmente chorava todas as manhãs por sentir falta de alguém. Ela interpretava mãos que se moviam muito e as que pouco saíam do fundo dos bolsos. Pressupunha motivos para olhos vermelhos e, também, para os turvos.<br />
Em casa, amordaçada pela insônia, escrevia pequenos bilhetes inspirando-se nas anotações. Para o vizinho que muito se questionava, recomendava exercícios físicos, filmes e os desafios de lógica que vinham nas últimas páginas daquela revista. Quando achava os bilhetes muito invasivos, abandonava-os na última gaveta, mas geralmente os deixava deslizar por debaixo das portas.<br />
Não sabia se seguiam seus conselhos, sequer se liam os bilhetes. Mas precisava das histórias. Do presente que eles eram capazes de construir sem concentrá-los na categoria de futuras recordações, enquanto ela, enfurnada no passado, era incapaz de livrar-se das lembranças e delas fazia depender sua respiração. Continuaria com as anotações. Até que conseguisse consertar o rádio.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong><em>*Gabriela Keller é escritora e atriz na Cia Experiencial O Teatro do Excluído</em></strong></p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://www.gazeta.inf.br/2012/05/19/anonimo-2/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Tal pai, tal filho!</title>
		<link>http://www.gazeta.inf.br/2012/05/19/tal-pai-tal-filho/</link>
		<comments>http://www.gazeta.inf.br/2012/05/19/tal-pai-tal-filho/#comments</comments>
		<pubDate>Sat, 19 May 2012 02:59:02 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Redação</dc:creator>
				<category><![CDATA[OPINIÃO]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.gazeta.inf.br/?p=11563</guid>
		<description><![CDATA[Dom Redovino Rizzardo O título exprime um provérbio muito em voga na antiguidade. Será ele válido ainda hoje? Ao leitor, a decisão! Para ajudá-lo na resposta, começo com dois fatos, assim como foram trazidos pelos meios de comunicação social. O primeiro é de São Paulo: «O filho do comandante geral da Polícia Militar de São Paulo, coronel Álvaro Batista Camilo, foi preso na madrugado do sábado, dia 12 de novembro, acusado de agressão contra uma garota de programa, na Rua Jovita, em Santana, na zona norte de São Paulo. Segundo a assessoria da Polícia Militar, ao ser procurado, o comandante-geral disse que seu filho é...]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;"><strong>Dom Redovino Rizzardo</strong></p>
<p style="text-align: justify;">O título exprime um provérbio muito em voga na antiguidade. Será ele válido ainda hoje? Ao leitor, a decisão! Para ajudá-lo na resposta, começo com dois fatos, assim como foram trazidos pelos meios de comunicação social.</p>
<p style="text-align: justify;">O primeiro é de São Paulo: «O filho do comandante geral da Polícia Militar de São Paulo, coronel Álvaro Batista Camilo, foi preso na madrugado do sábado, dia 12 de novembro, acusado de agressão contra uma garota de programa, na Rua Jovita, em Santana, na zona norte de São Paulo. Segundo a assessoria da Polícia Militar, ao ser procurado, o comandante-geral disse que seu filho é maior de idade e deve responder por seus atos como um cidadão comum, e que a lei deve ser cumprida».</p>
<p style="text-align: justify;">O segundo aconteceu em Campo Grande: «Após a vítima de furto, Lindalva Cardoso de Andrade, registrar boletim de ocorrência na Delegacia de Pronto Atendimento Comunitário, no dia 1° de janeiro, dizendo que foram levados de sua residência dois notebooks e vários eletrônicos, homens do Batalhão da Polícia Militar saíram na manhã de ontem, por volta das 7h30, para verificar o crime. Porém, antes mesmo de prender o bandido, a mãe dele reconheceu a vítima de furto e entrou em contato com a polícia, afirmando que os objetos estavam em sua casa. Próximo ao posto Caravagio, a guarnição prendeu Fábio de Andrade Marques, que confessou o crime e levou os militares até a residência de sua mãe».</p>
<p style="text-align: justify;">Na opinião dos leitores que, em grande número, deixaram seus comentários na internet, o pai e a mãe estão de parabéns. Cito apenas as apreciações de duas mulheres de Campo Grande: «Coragem e honradez dessa mãe! É preferível que o bandido vá preso a vê-lo, amanhã, morto. Bandido prolifera porque os pais fingem que não sabem de nada e muitos até se aproveitam dos roubos. Pais, denunciem! Assim vocês estarão ajudando seus filhos a trilharem o caminho do bem!». «Se todas as mães vissem seus filhos como algumas os veem, provavelmente estaríamos ajudando mais a eles! Infelizmente, não somos todas que temos essa capacidade de amar com o desprendimento que muitas têm!».</p>
<p style="text-align: justify;">De minha parte, só posso agradecer a Deus pela multidão de pais que assumem sua missão com coragem e generosidade. Como todos, eu também sei das dificuldades enfrentadas por eles para manter a família unida e educar os filhos. Por isso, ofereço a eles e aos jovens alguns tópicos da mensagem preparada por Bento XVI para o dia mundial da paz, celebrado no dia 1º de janeiro de 2012 – mensagem que é sempre atual.</p>
<p style="text-align: justify;">«A educação é a aventura mais fascinante e difícil da vida. Educar – na sua etimologia latina “educere” – significa conduzir para fora de si mesmo ao encontro da realidade, rumo a uma plenitude que faz crescer a pessoa. Este processo alimenta-se do encontro de duas liberdades: a do adulto e a do jovem. Isto exige a responsabilidade do discípulo, que deve estar disponível para se deixar guiar no conhecimento da realidade, e a do educador, que deve estar disposto a dar-se a si mesmo. Mas, para isso, não bastam meros dispensadores de regras e informações; precisa-se de testemunhas autênticas, ou seja, de testemunhas que saibam ver mais longe do que os outros, porque a sua vida abraça espaços mais amplos. A testemunha é alguém que vive por primeiro o caminho que propõe.</p>
<p style="text-align: justify;">Caros jovens, vocês são um dom precioso para a sociedade. Diante das dificuldades, não se deixem tomar pelo desânimo ou pelas falsas soluções que frequentemente se apresentam como o caminho mais fácil para superar os problemas. Não tenham medo de se empenhar, de enfrentar fadigas e sacrifícios, de optar por caminhos que requerem fidelidade e constância, humildade e dedicação. Saibam que vocês podem servir de exemplo e estímulo para os adultos, e tanto mais o serão quanto mais se esforçarem por superar as injustiças e a corrupção, quanto mais desejarem um futuro melhor e se comprometerem a construí-lo. Cientes de suas potencialidades, não se fechem em si próprios, mas trabalhem por um futuro mais luminoso para todos. Nunca se sintam sozinhos! A Igreja confia em vocês, acompanha-os, encoraja-os e deseja oferecer-lhes o que tem de mais precioso: a possibilidade de levantar os olhos para Deus e de encontrar Jesus Cristo – ele que é a justiça e a paz».</p>
<p style="text-align: justify;"><em>Dom Redovino Rizzardo</em><br />
<em>Bispo de Dourados (MS)</em></p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://www.gazeta.inf.br/2012/05/19/tal-pai-tal-filho/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Dia Nacional de Luta Antimanicomial</title>
		<link>http://www.gazeta.inf.br/2012/05/18/dia-nacional-de-luta-antimanicomial/</link>
		<comments>http://www.gazeta.inf.br/2012/05/18/dia-nacional-de-luta-antimanicomial/#comments</comments>
		<pubDate>Fri, 18 May 2012 19:23:11 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Redação</dc:creator>
				<category><![CDATA[Bico do Corvo]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.gazeta.inf.br/?p=11508</guid>
		<description><![CDATA[Ave negra, hoje, 18 de maio, das 14h às 18 horas, funcionários da saúde mental do município vão se encontrar no auditório da Vigilância Sanitária (Rua Vereador Moacir Pereira, 900, Vila Yolanda) para lembrar o Dia Nacional de Luta Antimanicomial. O evento é importante para que todos nós tenhamos conhecimento da importância que foi para o país a “luta” de alguns para humanizar o tratamento da saúde mental no Brasil. Este dia remete ao 1º Encontro de Trabalhadores Mentais, que aconteceu em Bauru (SP), neste mesmo dia de 1987. E de lá para cá, muito foi trabalhado em prol dos atendidos pelos serviços de saúde...]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">Ave negra, hoje, 18 de maio, das 14h às 18 horas, funcionários da saúde mental do município vão se encontrar no auditório da Vigilância Sanitária (Rua Vereador Moacir Pereira, 900, Vila Yolanda) para lembrar o Dia Nacional de Luta Antimanicomial. O evento é importante para que todos nós tenhamos conhecimento da importância que foi para o país a “luta” de alguns para humanizar o tratamento da saúde mental no Brasil. Este dia remete ao 1º Encontro de Trabalhadores Mentais, que aconteceu em Bauru (SP), neste mesmo dia de 1987. E de lá para cá, muito foi trabalhado em prol dos atendidos pelos serviços de saúde mental. Mas muito ainda precisa ser feito. Participe deste encontro! O evento é aberto a todos os que se interessam pela causa: pacientes, familiares e profissionais.<br />
<em>Pombinha da paz.</em></p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Falta de segurança</strong><br />
Dr. Corvo, por várias vezes já li aqui, na sua coluna, pessoas reclamando da falta de segurança em Foz. Talvez o assunto já tenha se tornado repetitivo, mas uma coisa é fato: se as pessoas continuam reclamando, é porque nenhuma atitude dos órgãos responsáveis ainda foi tomada. Sou morador de Foz há 25 anos, e posso dizer que nunca me senti tão desprotegido como agora. Tenho um pequeno comércio na região do Jardim São Paulo, e já perdi as contas de quantas vezes fui assaltado. Sabe, Corvo, apesar de todas as conquistas que Foz está tendo nos últimos tempos, talvez a maior delas ainda não tivemos – a segurança.<br />
<em>Faisão.</em></p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Cartões telefônicos</strong><br />
Corvo, esses dias precisei utilizar o telefone público, pois estava sem bateria no meu celular, assim fui comprar um cartão telefônico. Olha, entrei em cinco comércios da Avenida Brasil e nada de encontrar um cartão. Agora me pergunto: Este será mais um serviço que irá sumir do mercado? Os cartãozinhos que antes eram bem utilizados pelas pessoas, hoje nem se encontra mais. Agora me diz, pra que orelhão, se não tem mais cartão?<br />
<em>Papagaio.</em></p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Leilões de carros</strong><br />
Corvão, sempre vou nos leilões de veículos apreendidos. Tenho uma oficina e sempre preciso de peças, então essa é uma maneira que tenho usado para sempre ter peças em meu estabelecimento. Além de comprar barato, ainda consigo investir no mercado de trabalho. Importante essa atitude dos órgãos federais e estaduais, além de diminuir os números de carros acumulados no pátio, ajudam várias pessoas. Conheço muitas pessoas que também fazem isso, compram carros e só utilizam algumas peças. Um meio de trabalho no qual muitas pessoas estão investindo.<br />
<em>Galo.</em></p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Exploração sexual</strong><br />
Corvinho, fico muito feliz em ver que os jovens de Foz fazem da arte uma história emocionante. O Dia Nacional de Combate ao Abuso e a Exploração Sexual de Crianças e Adolescentes será marcado aqui em Foz com jovens trazendo mensagem de paz e amor, através de apresentações de peças de teatro. Além disso, eles vão entregar panfletos pela cidade, informando a população sobre o problema da violência sexual. Importante a participação de todos os iguaçuenses, dando apoio aos jovens que querem mudar o futuro.<br />
<em>Garça.</em></p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Atrações</strong><br />
É, Corvo, posso ver que nossa cidade está a cada ano com mais atrações, fazendo com que vários turistas venham até a fronteira conhecer essas novidades. Lendo a matéria de ontem na Gazetinha, vi que Foz já tem vários eventos agendados para o ano todo. O bom disso é saber que a cidade está sempre inovando, garantindo a visita de turistas e visibilidade para Foz. Eu que sou dono de um pequeno hotel, no centro da cidade, posso falar que, quando a cidade traz grandes atrações, o hotel fica lotado. Muito bom quando vemos boas perspectivas para a cidade.<br />
<em>Gavião</em>.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Medianeira</strong><br />
Corvo, espero que neste final de semana o tempo colabore, pois aqui em Medianeira irá acontecer um Passeio Ciclístico. Com o cancelamento do dia 21 de abril, por causa do mau tempo, estou ansioso para a pedalada de domingo. Todos podem participar e, além de ser gratuito, conhecemos várias pessoas e concorremos a prêmios. Seria importante que toda a população participasse desse passeio, pois é uma forma de mexer o esqueleto e se divertir.<br />
<em>Borboleta.</em></p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Morador de rua</strong><br />
Corvo, esses dias andando pela Avenida Paraná, pude ver que tinha um senhor na calçada, certamente morador de rua. Pois bem, quando estava me aproximando dele, vi que estava deitado e lendo um livro. Nossa, eu fiquei surpresa com a atitude do senhor, porque muitas pessoas falam que os moradores de ruas não fazem nada. Mas acho totalmente o contrário, porque tem muitas pessoas por aí que nem sabem o que é ler um livro. E já aquela pessoa que ‘não tem nada para fazer’, passa o tempo lendo. A cena que eu vi foi uma lição.<br />
<em>Libélula.</em></p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://www.gazeta.inf.br/2012/05/18/dia-nacional-de-luta-antimanicomial/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Permanência garantida </title>
		<link>http://www.gazeta.inf.br/2012/05/18/permanencia-garantida%c2%a0/</link>
		<comments>http://www.gazeta.inf.br/2012/05/18/permanencia-garantida%c2%a0/#comments</comments>
		<pubDate>Fri, 18 May 2012 03:11:17 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Redação</dc:creator>
				<category><![CDATA[Rogério Bonato]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.gazeta.inf.br/?p=11521</guid>
		<description><![CDATA[Conforme anunciou, Jorge Samek ficará mesmo em Itaipu, e até 2017. A presidente Dilma sacramentou o ato de permanência dele e de toda a atual diretoria. Se alguém acreditava que tudo não passava de fetiche político para ganhar tempo, pode partir para outra e tratar de levantar os pinos, pois o jogo continua. Mas isso não quer dizer que Samek fica de fora das eleições, deverá ajudar o partido, e acredito, é um nome de peso nas mesas de negociações.   Boa a entrevista de Olivério Pacheco na edição de ontem da Gazetinha. Ele demonstrou que está com os pés no chão, além do mais...]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">Conforme anunciou, Jorge Samek ficará mesmo em Itaipu, e até 2017. A presidente Dilma sacramentou o ato de permanência dele e de toda a atual diretoria. Se alguém acreditava que tudo não passava de fetiche político para ganhar tempo, pode partir para outra e tratar de levantar os pinos, pois o jogo continua. Mas isso não quer dizer que Samek fica de fora das eleições, deverá ajudar o partido, e acredito, é um nome de peso nas mesas de negociações.<br />
 <br />
Boa a entrevista de Olivério Pacheco na edição de ontem da Gazetinha. Ele demonstrou que está com os pés no chão, além do mais possui bagagem para domar os ânimos e harmonizar o grande leque de querências no PT. Haja querências e correntes ideológicas na agremiação. Mas tudo está focado na eleição dos delegados do partido, que acontece no próximo dia 27. Depois é que a cidade terá uma decisão mais centrada sobre uma possível candidatura própria dos “companheiros”.<br />
 O clima parece que vai esquentar no PMDB. Além de Tércio, Beltrame e Dobrandino, há um quarto nome preparando as asas para tentar a candidatura. E não é a Liciane Neumann. Segredo meu e que não demora todo mundo vai ficar sabendo.<br />
 <br />
E o Reni, terá ou não o apoio do PSDB? Alguém me contou que Valdir Rossoni abonaria a candidatura no final do mês passado, em Foz. Até agora nada. Será que algo acontece traz dos montes?<br />
 <br />
É verdade: o PDT quer mesmo um nome na disputa pela prefeitura. Depois de uma notinha publicada aqui, alguns telefonemas deram conta que o partido vai pressionar o prefeito. Como é que pode? Oito anos no poder e não fazer um sucessor? Mas o Paulo Mac se defende e diz que fez uma penca de sucessores. Vide bula ou a quantidade de secretários e parceiros que já lançaram candidatura.    <br />
Ué? O camarada Aluízio Palmar ficou de fora da Comissão da Verdade? Não vi o nome dele entre os sete nomeados pela presidente Dilma. O que será que aconteceu? Pelo barulho que fizeram aqui em Foz, ele seria o “Manda-chuva” do novo aparelho governamental, que visa, entre outras, a apuração sobre os abusos e o esclarecimento sobre prováveis crimes praticados durante o período militar.<br />
 <br />
Leia-se: crimes praticados pelos dois lados; o dos milicos e o dos guerrilheiros. Os trabalhos iniciais estão sendo formatados, tabulados e está em vias de decisão saber o que a Comissão da Verdade investigará primeiro, ou seja, os militares ou os seus inimigos? Neste caso, algo ainda está para ser decidido. O que não pode é a Comissão da Verdade ser de mentira! Alguém já imaginou a confusão que seria, caso apurassem que dentre os crimes praticados pelos guerrilheiros, a “presidenta” possa estar envolvida em alguma situação? Que barbaridade!<br />
 <br />
Se bem que depois de tanto tempo é difícil até saber quem era o mocinho e o bandido. Bom, para começar, até Fernando Collor de Mello prestigiou o evento com o status de “ex-presidente”. Francamente, entre militares e guerrilheiros, uma Comissão da Verdade funcionaria mesmo se fosse contra os corruptos.<br />
 <br />
A alta do dólar complicou a vida de meio mundo em Foz do Iguaçu, a começar pelo lado de lá da fronteira. Muitos comerciantes estão se queixando de uma repentina queda no movimento. A Grécia, mais uma vez foi a causadora da esculhambação monetária no mundo inteiro, e até o Brasil, forte e varonil, sentiu a pancada. Os gregos não são mesmo fáceis. Quem comprou com cartão de crédito internacional ou fez dívida em dólar, danou-se. Inté.   </p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://www.gazeta.inf.br/2012/05/18/permanencia-garantida%c2%a0/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Diário de Bordo: de um Futuro Piloto?</title>
		<link>http://www.gazeta.inf.br/2012/05/18/diario-de-bordo-de-um-futuro-piloto/</link>
		<comments>http://www.gazeta.inf.br/2012/05/18/diario-de-bordo-de-um-futuro-piloto/#comments</comments>
		<pubDate>Fri, 18 May 2012 03:10:22 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Redação</dc:creator>
				<category><![CDATA[Espaço G]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.gazeta.inf.br/?p=11485</guid>
		<description><![CDATA[Por: Roberta Rodrigues Estava indo ver o papai e a família mais uma vez, e como sempre em um avião daqueles pequenos, de hélice ainda. O voo estava lotado, e eu, um menino de três anos, porém já apaixonado por aviões estava lá no meio. Como comecei a voar aos sete meses de idade, e fazia isso com frequência, estava bem acostumado com esse tipo de viagem e tudo o que vinha com ela. Para me acompanhar, minha mamãe e minha maninha iam me distraindo com o meu VDD (leia-se DVD), acho que estava passando pica-pau. Mas percebi que o avião estava mais baixo e...]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;"><strong>Por: Roberta Rodrigues</strong></p>
<p style="text-align: justify;">Estava indo ver o papai e a família mais uma vez, e como sempre em um avião daqueles pequenos, de hélice ainda. O voo estava lotado, e eu, um menino de três anos, porém já apaixonado por aviões estava lá no meio. Como comecei a voar aos sete meses de idade, e fazia isso com frequência, estava bem acostumado com esse tipo de viagem e tudo o que vinha com ela.</p>
<p>Para me acompanhar, minha mamãe e minha maninha iam me distraindo com o meu VDD (leia-se DVD), acho que estava passando pica-pau. Mas percebi que o avião estava mais baixo e as pessoas ao meu redor me mostravam que logo iriamos aterrissar. Já estava cansado e não via a hora de ver meu papai, titias, vovó, Fáva, Gayson, a Lolo e a Bia, então comecei a querer fazer bagunça.</p>
<p>Minha maninha tentava me distrair falando algo sobre olhar pela janela e ver a cidade, a mamãe ligava de novo o VDD pra me distrair com isso. Até fiquei um pouco mais calmo, mas depois que senti as rodas do avião tocando o chão queria levantar. A aeromoça, uma moça muito bonita, estava em pé do meu lado. Então minha mamãe me falou que eu não podia tirar o cinto antes de apagar a luzinha e pediu para a “tia” me explicar.<br />
A “tia” aeromoça me explicou tudo certinho, mas as pessoas já estavam tirando o sinto, pegando as malas de bordo e também levantando. E eu não entendia direito o porquê eu não podia fazer isso também.</p>
<p>Mas a “tia” continuava me explicando que eu tinha que esperar a luzinha apagar. Então o resto do pessoal começou a me dizer que a tia tava mentindo e que eu não podia acreditar nela. E ela me falava que o pessoal grande era mal educado, não obedecia ela e não sabia esperar. Um tio grandão entrou na frente da luz e eu não conseguia ver e a aeromoça me falou que tinha apagado e pediu pro tio deixar eu ver.<br />
A luzinha apagou! E eu então tirei meu cinto e corri pra fila pra descer as escadas e ver o papai que deveria estar me esperando. Mas a minha aventura a bordo não termina aqui, na próxima semana eu termino de contar o que aconteceu quando aterrissamos.</p>
<p><em>@betta_rodrigues acredita que ainda é acadêmica de jornalismo. Nas horas que não trabalha ou estuda acompanha de perto as aventuras do irmão mais novo (lembrando-se do fator que seus pais tiveram apenas dois filhos, a diferença de idade é de apenas 20 anos). Agora ela resolveu dividir as mais engraçadas na Gazeta do Iguaçu.</em></p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://www.gazeta.inf.br/2012/05/18/diario-de-bordo-de-um-futuro-piloto/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
	</channel>
</rss>

